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Home O Projeto Ações do Projeto

As ações do projeto


O projeto preconiza diversas ações, quase todas de carácter transversal, que terão impactos significativos nos ecossistemas e espécies existentes nos ilhéus do Porto Santo. Existirão ainda ações dirigidas directamente aos grupos de espécies indígenas e endémicas com elevado valor de conservação (aves marinhas, moluscos terrestres e flora).
As ações do projeto estão divididas em quatro grandes grupos:

  • A: “Ações preparatórias, elaboração de planos de gestão ou planos de ação”, onde estão previstas cerca de 15 ações, das quais se destacam as ações de monitorização e seguimento das populações das diferentes espécies, a elaboração de planos de ação para as mesmas, entre outros planos:
  • C: “Ações de Conservação”, onde se incluem as acções de controlo e erradicação das espécies de fauna e flora invasora, a expansão da fauna e da flora indígena e endémica dos ilhéus:
  • D: “Ações de Divulgação do projeto e dos seus resultados”, que envolvem a criação de um sitio na internet e página de facebook, a produção de material de divulgação, a criação de um microcentro de educação ambiental, o acompanhamento e promoção de visitas aos locais de intervenção do projeto, bem como o estabelecimento de um percurso pedestre interpretativo no Ilhéu do Cima ou do Farol, organização de workshops e palestras, exposições temáticas, entre muitas outras:
  • E: “Ações de Operacionalização e de gestão do projeto”, como o acompanhamento técnico e científico, a coordenação com outros projetos LIFE, entre outras:

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A: “Ações preparatórias, elaboração de planos de gestão ou planos de ação”, onde estão previstas cerca de 15 ações, das quais se destacam as ações de monitorização e seguimento das populações das diferentes espécies, a elaboração de planos de ação para as mesmas, entre outros planos:

A.1. Melhorar as condições de trabalho na Ilha do Porto Santo, de intervenção e garantia de segurança nas travessias por mar para os IPS;
A.2. Estabelecimento de uma linha de monitorização que permita o seguimento da população de coelho nos seis IPS;
A.3. Estabelecimento de uma linha de monitorização que permita o seguimento da população de murganho nos seis Ilhéus;
A.4. Estabelecimento de uma linha de monitorização que permita o seguimento das espécies de plantas introduzidas com carácter invasivo;
A.5. Estabelecimento de uma linha de monitorização para avaliar a resposta das espécies de aves marinhas pelágicas e costeiras às ações implementadas;
A.6. Estabelecimento de uma linha de monitorização para avaliar a resposta das espécies ameaçadas de moluscos terrestres às ações implementadas;
A.7. Estabelecimento de uma linha de monitorização para avaliar a resposta das espécies de plantas às ações implementadas;
A.8. Estabelecimento de uma linha de monitorização para avaliar a resposta do grupo dos artrópodes às ações implementadas;
A.9. Criação de um grupo de trabalho para a elaboração de um plano de minimização dos efeitos negativos da iluminação urbana sobre as aves marinhas;
A.10. Caracterização e avaliação dos usos e diferentes stakeholders da área de projeto;
A.11. Atualização do regulamento de utilização e acesso da Rede de Áreas Marinhas Protegidas do Porto Santo;
A.12. Preparação de Planos de Ação para as 14 espécies de flora e fauna ameaçadas (constantes nas Diretivas Aves e Habitats);
A.13. Identificação de zonas importantes em terra para o Garajau Rosado e prospeção de áreas potenciais para a nidificação;
A.14. Identificação da atual distribuição e estado de conservação das aves marinhas pelágicas nidificantes nos IPS e,
A.15. Identificação das áreas importantes para as aves marinhas pelágicas e para o Garajau Rosado na área marinha envolvente ao Porto Santo.

 

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C: “Ações de Conservação”, onde se incluem as ações de controlo e erradicação das espécies de fauna e flora invasora, a expansão da fauna e da flora indígena e endémica dos ilhéus:

C.1. Controlo e erradicação dos coelhos dos IPS e monitorização dirigida;
C.2. Controlo e erradicação dos murganhos dos IPS e monitorização dirigida;
C.3. Ensaio e implementação de um regime de quarentena que previna a reintrodução de espécies de vertebrados introduzidos nos IPS;
C.4. Controlo e erradicação de plantas introduzidas com carácter invasivo nos IPS;
C.5. Potenciar o estabelecimento e expansão da vegetação indígena, em particular das plantas endémicas ameaçadas nos IPS;
C.6. Adoção de medidas controlo da população nidificante da Gaivota-de-patas-amarelas nos IPS;
C.7. Implementação de um programa de recolha de aves marinhas encadeadas;
C.8. Potenciar a expansão de populações de moluscos criticamente ameaçados (C. calculus, C. commixtus, G. turricula, I. subplicata, etc);
C.9. Melhorar o atual estado de conhecimento sobre a taxonomia da fauna malacológica terrestre dos IPS;
C.10. Definição e criação de trilhos e áreas de visitação compatibilizados com os bens a proteger e,
C.11. Criação de proteções físicas e de zonas de exclusão para diminuir a predação dos moluscos terrestres por parte das gaivotas e murganhos.

 

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D: “Ações de Divulgação do projeto e dos seus resultados”, que envolvem a criação de um sitio na internet e página de facebook, a produção de material de divulgação, a criação de um microcentro de educação ambiental, o acompanhamento e promoção de visitas aos locais de intervenção do projeto, bem como o estabelecimento de um percurso pedestre interpretativo no Ilhéu do Cima ou do Farol, organização de workshops e palestras, exposições temáticas, entre muitas outras:

 

D.1. Criação de uma imagem de referência do projeto (elaboração de logótipo e mascote do projeto):
D.2. Divulgação do projeto através de sítio próprio da internet e Facebook do projeto;
D.3. Promover o aumento de visitas de diferentes públicos alvo ao Sítio através da criação de um microcentro de educação e interpretação ambiental no Ilhéu do Farol;
D.4. Apetrechamento e sinalização de percursos pedestres interpretativos;
D.5. Organizar visitas aos IPS sob o tema global de “IPS, Sítio da rede Natura 2000”;
D.6. Divulgação do projeto e sua temática ex situ (nomeadamente Ilha do Porto Santo e Ilha da Madeira);
D.7. Organização de 2 workshop para (i) apresentação e discussão preparatória do projeto e (ii) apresentação e discussão dos resultados obtidos;
D.8. Campanha de sensibilização e organização de 2 fóruns de discussão relativos à matéria dos impactos da iluminação sobre as aves marinhas;
D.9. Divulgação do projeto e sua temática em seminários, conferências e encontros regionais e através da publicação de artigos técnico-científicos;
D.10. Elaboração de livro de fauna, flora, geologia e usos e costumes;
D.11. Produção de um layman´s report e,
D.12. Produção de material de publicidade ao apoio comunitário.

 

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E: “Ações de Operacionalização e de gestão do projeto”, como o acompanhamento técnico e científico, a coordenação com outros projetos LIFE, entre outras:

 

E.1. Nomeação de um gestor, criação da equipa interna do Beneficiário Coordenador para monitorização do projeto e da equipa gestora do projeto;
E.2. Monitorização e acompanhamento geral do projeto por parte de uma Comissão Consultiva;
E.3. Monitorização e acompanhamento geral do projeto por parte de uma Comissão Cientifica;
E.4. Coordenação entre o atual projeto e os projetos “Safe Island for Seabirds” e “Laurissilva sustentável”;
E.5. Assegurar auditoria do projeto;
E.6. Elaboração de um plano de conservação a implementar após o término do projeto – Plano “After-Life” e,
E.7. Garantir a continuidade da Comissão Consultiva no After-Life.

 

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Actualizado em (Segunda, 15 Fevereiro 2016 11:39)

 
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